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A coleção de poster de Raccolta Bertarelli em Milão

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Tupigrafia: a rivista brasileira da tipografia

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Tupigrafia 1 - Meirelles: un cacciatore di lettere
Tupigrafia 1 – Meirelles: un cacciatore di lettere

A revista Tupigrafia se dedica a mostrar a produção nacional do design tipográfico brasileiro e suas manifestações no design gráfico e na cultura em geral.

Tupigrafica 6 - Pagine che trattano il type design italiano basandosi sui lavori presenti in Italic 1.0
Tupigrafia 6 – Pagine che trattano il type design italiano basandosi sui lavori presenti in Italic 1.0

Também se propõe a trazer para os seus leitores as informações ligadas ao cenário internacional. Outra área de interesse é a produção de arte caligráfica, no Brasil e no exterior.

O design gráfico dá forma ao conteúdo editorial. Nesse sentido, ordena e qualifica obras que mostram a produção cultural de uma nação. Precisamos estabelecer rapidamente um parâmetro para a produção editorial e gráfica brasileira, mostrando e analisando trabalhos de artistas brasileiros. A comparação com a produção internacional também ajuda a formar um juízo crítico. O uso adequado dos recursos tipográficos é indispensável para garantir a expressividade de peças gráficas e levar o leitor à correta identificação e assimilação do conteúdo de uma obra editorial.

O designer, visto aqui como um produtor cultural, não é completo se não desenvolver ou aprofundar o seu conhecimento tipográfico. A computação gráfica capacitou o designer a produzir e interferir no design das páginas impressas com maior liberdade. É necessário garantir a qualidade de sua formação para que esteja capacitado a traduzir visualmente a cultura de nosso país.

Antes da computação gráfica, o bloco de texto estava condicionado e acabava por condicionar o designer-usuário a uma relação mecânica com mínimas possibilidades de interferência. Os designers deixaram de ser meros usuários da tipografia. Passaram a se apropriar livremente desse código. A página digitalizada não mais se apresenta de forma estática, mas como algo vivo, com novos e inúmeros recursos. Esse, portanto, é o novo cenário com as mais diferentes concepções e tendências, evidenciando a força desse mercado e o reconhecimento da tipografia como recurso imprescindível na linguagem gráfica.

O design tipográfico traz um repertório amplo, uma dimensão estética poderosa e expressiva, além de sua função primordial como veículo do conteúdo. Interessa não só àqueles envolvidos com o processo gráfico e editorial mas também ao leitor comum, sensível aos recursos visuais que valorizam e organizam uma página de livro, um cartaz ou uma placa de sinalização.

http://www.tupigrafia.com.br

Tupigrafia 7 - Font: ITC Roswell, di Jim Parkinson, 1998 e Electra, di William Dwiggins, 1935
Tupigrafia 7 – Font: ITC Roswell, di Jim Parkinson, 1998 e Electra, di William Dwiggins, 1935

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Specimen: Nebiolo 1928 — parte II

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Arial ou Helvetica? Cuidado para não confundir

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Scoprite le piccole differenze tra Arial e Helvetica
Descubra as pequenas diferenças entre Arial e Helvetica

Há dois tipos são muito semelhantes no que muitos acreditam que o mesmo: a Helvetica e o Arial.

Na realidade a Helvetica (Neue Haas Grotesk) é um tipo projetado em 1957 por Max Miedinger e Edoward Hoffman pela Haas Type Foundry de Munchenstein (Suíça), e renovado em 1983, tomando o nome de Neu Helvetica, por Linotype Design Staff.

O segundo é um tipo, certamente parece ser o primeiro, mas concebido em 1982 por Robin Nicholas e Patricia Saunders para Monotype Design Staff como fonte do sistema operacional Microsoft muito mal utilizado na tipografia e imagem corporativa.

Muitas impressoras ver semelhanças “plágio” dell’Arial também Univers de Adrian Frutiger (1957) embora os autores de desenho do Arial se basearam por Monotype Grotesque projetado por Frank Hinman Pierpont em 1926 para Monotype foundry.

Um problema que a cópia dos desenhos de tipos variandoli, em parte, e muitas vezes pior do que a partir de Claude Garamond que cópia o Bembo de Francesco Griffo chegar hoje as fontes de Bistream que renomear com outros nomes os tipos mas famousos e fazendo o desenho ligeiramente diferentes (exemplo: Gill Sans torna-se Humanist, Univers torna-se Zürich e Helvetica torna-se Swiss) tudo isso para evitar problemas de licenciamento.

A Arial é assim visto como algo derivado de Helvetica, mas sem pagar os direitos legais.

No site abaixo você pode encontrar um teste interessante para ver se você é capaz de reconhecê-los: www.iliveonyourvisits.com/helvetica/

Um site interessante sobre esta questão é o seguinte: www.mimeartist.com/helvetica

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