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Type Design 4: terminou …

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Reportagem fotográfico da exposição Italic 2.0 no Romadesign+

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Italic 2.0 – O design de caracteres contemporâneos na Itália

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Italic 2.0
O design de caracteres contemporâneos na Itália
Contemporary type design in Italy

curadoria de/exhibition curated by
Marta Bernstein, Luciano Perondi, Silvia Sfligiotti

designo gráfico / graphic design
Alizarina

inauguração / opening
17.10.2008
h. 18.30

Politecnico di Torino
Manica d’approdo Cittadella politecnica
Corso Castelfidardo 39, Torino

Aiap
associazione italiana progettazione per la comunicazione visiva

Texto em italiano

Letras anárquista

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Publicada no número “0” de revista de imagens fotográficas “ALTERAZIONI” (Alterações), editada em 1988 do Instituto Europeo di Design de Milão por Mario Cresci, esta investigação deu, por parte do autor, no projecto novos alfabetos nesta década.
A intenção desta procura era experimentar novas metodologias por “desenhar” carácteres, fora do canhão do projecto iinhérents ao Type Design tradicional.
O resultado de tal experiência deu luz de um carácter, designado GFT-Graffio88, que seppur com alguma letra desproporcionado ou pouco feliz em desenho, o seu conjunto forma um alfabeto muito interessante apresentando formas novas.
Um alfabeto ladrilho meramente induz das sequências déesses gestos e você tratamentos percorridos como era um grande lettering anárquico onde o leggibilità é termina présupposé della procura.
As letras tiradas contesto inicial e insiro ele lá à uma sequência encomendada em refléchir sobre o estatuto da arte, na qual reencontra-se os tempos primeiros graffitis que erano os protótipos da comunicação humana e por conseguinte mesmo eles linguagem visual.

I graffi casuali su uno spezzone di pellicola fotografica “nera”
Arranhões em um pedaço aleatório de filme fotográfico “preto”

A técnica eo método
O procedimento empregado é a gravura pela ponta metálica, que pode ser muito comum agulha ou um “sgarzino”, sobre a geada da película fotográfica.
Uma espécie de ponta seco calcográfica em que, em vez de um lastrina de cobre ou zinco, é empregado suporta plástico de dimensões muito reduzidas.
Se quer-se obter marca mais marcado e mais irregular, é necessário banhar a geada através de uma varinha ouaté e seguidamente trabalhar sobre suporto, com a ponta metálica, fazendo atenção porque a geada, anteriormente banhada, é facilmente extirpable.
Secado ultimamente a película pode-se limpar os traços pesados com uma outra varinha ouaté esta vez seca. Temos por conseguinte novos positivos ou negativos de acordo com emprego que queremos fazer: projectar-o como diapositivo ou empregar-o para imprimir o papel fotográfico.

Após ter pesado fortuitamente sobre a geada sinais à ponta seco com muito comum agulha, foi feito uma primeira ampliação fotográfica que é servida à determinação de figuras identificáveis e que assemelham-se, mais possível, das letras maiúsculas e minúsculas de forma a obter um alfabeto.

La scelta dei “segni alfabetici”
A escolha de “sinais alfabéticos”

As ampliações destes sinais representam sempre uma surpresa quanto à luz, detalhes gráficos que, ao momento da gravura não são absoluement previsíveis, parecem como mim encanta.

A mesma técnica pode ser utilizada mesmo para criar novos marcas, pintogramas ou simplesmente figuras abstractos.

Todas as letras encontraram são proseguidas, sempre para meios do magnifier fotográfico, ao cálculo dos fatores do engrandecemento, tendo em conta de hastes ascendentes e descendentes das letras para obter um então uniformidade do corpo do caracter.
É proseguido finalmente ao cada a impresa final da letra única isolando algum a forma de outros sinais, e com bons varredor importado em um computador para vectorialição e o digitalição final.

Em todo o caso você tentou também tentar outras letras do primeiro ampliação ou do mais melhor que você o repete também esta busca que faz dos sinais acidentais com a técnica ilustrada aqui, encontrando então seu alfabeto.


Este alfabeto fêz exame do nome de GFT-Graffio88, e deste primeiro é na fase do digitalição um sua versão script, chamado GFT-Graffio98, com espessors homogenous e correções pequenas no projeto das letras sucedeu originalmente mais menos.

ISIA Urbino 1996 – 2005 …

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Tupigrafia: a rivista brasileira da tipografia

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Tupigrafia 1 - Meirelles: un cacciatore di lettere
Tupigrafia 1 – Meirelles: un cacciatore di lettere

A revista Tupigrafia se dedica a mostrar a produção nacional do design tipográfico brasileiro e suas manifestações no design gráfico e na cultura em geral.

Tupigrafica 6 - Pagine che trattano il type design italiano basandosi sui lavori presenti in Italic 1.0
Tupigrafia 6 – Pagine che trattano il type design italiano basandosi sui lavori presenti in Italic 1.0

Também se propõe a trazer para os seus leitores as informações ligadas ao cenário internacional. Outra área de interesse é a produção de arte caligráfica, no Brasil e no exterior.

O design gráfico dá forma ao conteúdo editorial. Nesse sentido, ordena e qualifica obras que mostram a produção cultural de uma nação. Precisamos estabelecer rapidamente um parâmetro para a produção editorial e gráfica brasileira, mostrando e analisando trabalhos de artistas brasileiros. A comparação com a produção internacional também ajuda a formar um juízo crítico. O uso adequado dos recursos tipográficos é indispensável para garantir a expressividade de peças gráficas e levar o leitor à correta identificação e assimilação do conteúdo de uma obra editorial.

O designer, visto aqui como um produtor cultural, não é completo se não desenvolver ou aprofundar o seu conhecimento tipográfico. A computação gráfica capacitou o designer a produzir e interferir no design das páginas impressas com maior liberdade. É necessário garantir a qualidade de sua formação para que esteja capacitado a traduzir visualmente a cultura de nosso país.

Antes da computação gráfica, o bloco de texto estava condicionado e acabava por condicionar o designer-usuário a uma relação mecânica com mínimas possibilidades de interferência. Os designers deixaram de ser meros usuários da tipografia. Passaram a se apropriar livremente desse código. A página digitalizada não mais se apresenta de forma estática, mas como algo vivo, com novos e inúmeros recursos. Esse, portanto, é o novo cenário com as mais diferentes concepções e tendências, evidenciando a força desse mercado e o reconhecimento da tipografia como recurso imprescindível na linguagem gráfica.

O design tipográfico traz um repertório amplo, uma dimensão estética poderosa e expressiva, além de sua função primordial como veículo do conteúdo. Interessa não só àqueles envolvidos com o processo gráfico e editorial mas também ao leitor comum, sensível aos recursos visuais que valorizam e organizam uma página de livro, um cartaz ou uma placa de sinalização.

http://www.tupigrafia.com.br

Tupigrafia 7 - Font: ITC Roswell, di Jim Parkinson, 1998 e Electra, di William Dwiggins, 1935
Tupigrafia 7 – Font: ITC Roswell, di Jim Parkinson, 1998 e Electra, di William Dwiggins, 1935

Texto em italiano