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• A rivista Tipoitalia e o novo cenário tipográfico em Itália: o vídeo

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Este vídeo é um resumo da Palestra tipografica:

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No IED de São Paulo foi realizada, na noite de 5 de agosto de Agosto do ano passado antes de um grande público (aproximadamente 500 cadastrados), uma conferência de Claudio Rocha e Giangiorgio Fuga sobre “A revista Tipoitalia e a novo cenário tipográfico na Itália”, onde além de apresentar ao público Paulistano a revista italiana Tipoitalia sobre tipografia a partir da experiência de Claudio na revista brasileira Tupigrafia, foi apresentada por Giangiorgio uma vista completa do tipo de desenho tipografico contemporâneo em Itália: designer, as tendências, a educação, a problemática para uma comparação com a experiência brasileira que tem intrigado o público e, em seguida, realizar um diálogo com os oradores.

Texto em italiano

Uma lição em tipografia em Roma

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Em 14 de dezembro, em evento Design+ patrocinado pela Sezione Arti, Design e Nuove Tecnologie de Dipartimento ITACA de Universidade Sapienza em Roma, realizou um seminário organizado pela Giò Fuga, designer gráfico especializado em design de tipos (letras).
Adaptado a partir da Web Sapienza
Há artes e ofícios que têm uma relação de contiguidade com o webdesign. Qualquer um que representa uma espécie de ascendência nobre. Uma profissão que tem suas raízes na Rinascimento italiano. É o tipo de projeto, o designer de fontes para a publicação e divulgação de textos impressos.
Giò Fuga falou hoje na frente de centenas de estudantes e jovens profissionais, apresentando Tipoitalia, a primeira revista de o estilo italiano de tipografia, que se concentra e desenvolve os temas de nossa tipografia e gráficos relacionados a ele.
Na segunda parte da reunião, Giò Fuga explicou a importância das letras e texto na comunicação visual e tem refez os passos “operacionais” para projetar um tipo de letra (Font deriva do francês e se recusou a ser do sexo feminino).
Para projetar uma fonte deve sempre começar a partir de esboços, planos no papel: o computador não é uma ferramenta de design, mas para ser executado.
Depois de ter desenhado a fonte (ou para um projeto editorial – mais complicado porque, para a leitura – seja para um projeto de lettering vista de uma empresa ou instituição), você pode ir para o tornar real usando o software para o propósito.
O relator também falou de seus planos (GFT Lespresso Sans o tipo de letra “para titulações do semanário Espresso e fontes personalizadas sobre a casa japonesa Yamaha Motor).
Ele descreveu um sombrio em bastante atenção e nível de conhecimento desta arte na Itália: em outros países é respeitado e bem conhecido aqui – design casa – nenhum valor para o papel e as funções do designer tipo.
A falta de atenção às questões de legibilidade do texto tem um impacto directo sobre a eficácia – por exemplo – os sinais e indicações, com direto e, muitas vezes dramáticas.
Não falta a referência à Web: uma chamada para não usar Arial (muito melhor do que Verdana), lembrou que esses personagens nasceram para a tela: para não usá-los para as páginas de papel.
O convite dos curadores do seminário para os seus alunos é a de considerar que estamos rodeados de texto. Mesmo que não queira buscar essa profissão é importante saber aplicar os conhecimentos adquiridos em nossos trabalhos e projetos. O convite – que se aplica a todos e de tudo é ter curiosidade sobre as coisas que nos cercam, uma característica essencial para ser um bom designer.

(Postado por Blog fcarnera Universidade La Sapienza – Roma)

Texto em italiano

Giò Fuga apresenta “TipoItalia” em Roma d+

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Segunda-feira, 14 de dezembro à tarde, em Roma no âmbito de Roma Design più, o evento internacional que apoia e promove a cultura do design e abre-se à comparação entre os cenários internacional. Patrocinado pela Universidade “La Sapienza” de Roma Secção Artes, Design e Novas Tecnologias Departamento ITACA – é feito em cooperação com a província de Roma Departamento de Atividades Produtivas e da Câmara de Comércio de Roma, haverá duas contribuições de Giangiorgio Fuga: a apresentação da revista Tipoitalia e uma conferência de design tipografico.
Tipoitalia é a primeira revista do estilo italiano da tipografia, que se concentra e desenvolve os temas de nossa tipografia e gráficos relacionados a ele. Os temas abordados vão desde o caráter clássico para a produção do designer do tipo contemporâneo. Além de artigos sobre a história da escrita, caligrafia, letras e história da fundição, a revista apresenta muitos puramente “visual” que evocam o poder da tipografia como uma imagem.
Na sequência será realizado o seminário “Do esboço para digitalizar, como vem uma fonte?” no qual se propõe uma rota a partir do desenho à mão dos “glifos” a digitalização, com suas ferramentas do trabalho e através da apresentação de casos concretos. Ele também irá analisar os diferentes tipos de fontes com as suas características específicas: para publicar, vídeo e multimédia, sinalética.
A fim da conferência será elaborado um “árvore tipografico de Natal”. Quem quiser participar terá fotografias dos banners acima e outros elementos tipográficos no contexto urbano.
Esses materiais serão utilizados durante o workshop sob a supervisão de Giò Fuga.

Segunda-feira 14 dezembro 2009
Ex GIL | Largo Ascianghi 5, Roma – Italia
Sala conferenze Moretti
h 15 | 18

A cura di Mario Fois e Mario Rullo e dell’AIAP

Texto em italiano

Oficina Tipográfica São Paulo é de 5 anos

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Durante a minha ultima visita ao Brasil, tive a oportunidade de conhecer a Oficina Tipográfica São Paulo de meu querido amigo Claudio localizada em Sena Bresser no Bairro Móoca na gigantesca cidade de São Paulo.

O muito próximo 22 de agosto de sábado, a Oficina Tipográfica São Paulo irá comemorar o aniversário de 5 anos de intensa actividade.

A ocasião será lançado um álbum: “Alem da Letra” que explora a plasticidade e a materialidade dos tipos de madeira e de metal, propondo uma nova leitura, na qual o conteúdo (idéia) está subordinado à forma (letras e ornamentos) e não o contrário, como ocorre usualmente.
Inaugurada em 2004, a OTSP hoje é uma organização não governamental, dedicada ao ensino e à experimentação, combinando a tipografia clássica com a computação gráfica.

Além de oferecer cursos e desenvolver produtos gráficos e editoriais, a OTSP disponibiliza os seus equipamentos para a produção de peças gráficas em parceria com outras ONGs. Também existe a possibilidade da prestação de serviços contratados por escritórios e agências. L’OTSP, é associada a Escola Senai “Theobaldo De Nigris”, de São Paulo, conta atualmente com 4 impressoras tipográficas, que também fazem corte e vinco, 2 Linotipos e mais de uma centena de gavetas de tipos de metal e de madeira.

No segundo semestre de 2009 a Oficina Tipográfica São Paulo oferece

três módulos de cursos. Todos terão certificados emitidos pela OTSP:

– Composição Introdutória;

– Cartaz Tipográfico;

– Técnicas de Encadernação para Designers.

Nos encontros serão apresentadas ferramentas tradicionais como: tipo, gaveta de tipos, medidas tipográficas, componedor, bolandeira, conceitos e técnicas de impressão tipográfica, tintas, suportes (papéis e derivados), técnicas manuais de encadernação e acabamento, além de serem produzidos materiais com uma impressora Minerva e Linotipo.

Ao dirigir este valiosa oficina são Marcos Mello (Presidente) artista plástico e designer gráfico e Cláudio Rocha (Vice-Presidente) designer gráfico especializado em tipografia já conhecido para os leitores do meu blog para ser co-editor da revista brasileira Tupigrafia e editor da italiana Tipoitalia.

Para contactos directos e mais informações: OTSP

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La rivista Tipoitalia e il nuovo scenario tipografico in Italia

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No IED de São Paulo será realizada, na noite de 5 agosto, uma conferência de Claudio Rocha e Giangiorgio Fuga sobre “A revista Tipoitalia e as novos cenário tipográfico na Itália”, onde além de apresentar ao público Paulistano a revista italiana sobre tipografia a partir da experiência de Claudio na revista brasileira Tupigrafia, será apresentada uma vista completa do tipo de desenho tipografico contemporâneo em Itália: designer, as tendências, a educação, a problemática para uma comparação com a experiência brasileira.

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Dingbats Brasil: uma exposição que percorreu o mundo

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Tra i dingbats più famosi cè lo storico Zapf Dingbats di Hermann Zapf
Tra i dingbats più famosi c’è lo storico Zapf Dingbats di Hermann Zapf

Un Dingbat è un ornamento.

Si ritiene che il termine sia nato nelle ex officine tipografiche Dingbats come un onomatopea tra il suono del battito Ding e quando (si batte) nel fogliame ornamentale insieme, prima della entintamento, al fine di colmare alcuni vuoti che creano disagio accanto aa un testo o ad una illustrazione.

Nel suo libro “Elementi di stile tipografico”, il canadese Robert Bringhurst (la traduzione per l’edizione italiana è Lucio Passerini) osserva che « …molti sono i Dingbats pittogrammi, come minuscole rappresentazioni delle chiese, degli aerei, degli sciatori, dei telefoni e in molti altri utilizzati dal settore turistico.

Altri sono somboli più astratti – marchi di riempimento, croci, simboli cartografici, simboli delle carte da gioco, e così via… ».  Come elemento tipografico, il Dingbat ha accompagnato gli alfabeti, è integrato sia con un insieme di caratteri di base, sia in modo indipendente. Con i progressi tecnologici verificatisi dal 1980, vi è stata la graduale proliferazione di alfabeti digitali esclusivamente composti di simboli, di forme e di illustrazioni.

La mostra DINGBATS BRASIL (1996-2006), attualmente esposta in Cina e che spero di riuscire a portare in Italia, è un taglio della produzione brasiliana di Dingbats dal 1996 al 2006, con opere che hanno in comune l’uso del disegno o modello di rappresentazione pittorica, come il principale strumento di comunicazione. Se da un lato vi è una vasta gamma di linguaggi e di stili – che riflette la diversità delle grafica contemporanea brasiliana, mentre si trovano parallelismi nella produzione di altri paesi – il tema di molti dei progetti presentati in ambito culturale esprimono la natura di portata regionale e nazionale. Essas iniciativas de resgate ou registro de aspectos da nossa cultura – música, religião, arte, esporte, culinária e até mesmo design – podem ser vistas como um meio, consciente ou não, de democratizar a nossa brasilidade através do design gráfico.

Tra i tanti lavori che potrete vedere sul sito ufficiale della mostra, vi mostro qui alcuni lavori interessanti o curiosi tra i quali quelli dei miei amici Claudio Rocha e Tony De Marco.

Nel 1997, Claudio Rocha tipografo e co-editore delle rivista Tupigrafia e TipoItalia ha fatto la sua PICTOFONTE 1, una raccolta di corporate Dingbats-ma-non-tanto. Nello stesso anno, il multitalentoso Guto Lacaz – stimolato da Claudio stesso – ha iniziato la trasformazione di un decennio di sue immagini (per la colonna del giornalista Joyce Pascovitch nel quotidiano “Folha de São Paulo”) nel PICTOFONT.
Le immagini di Lacaz sono state utilizzate per le magliette, per gli intagli di metallo e nel suo libro di illustrazioni Desculpe a letra.. Quattro anni più tardi, l’altra mente dietro Tupigrafia, l’illustratore e tipografo di Sao Paulo della fonthouse Just-in-Tipo Tony de Marco, ha fatto lo stesso realizzando le illustrazioni vettoriali per il quotidiano, trasformandoli in REX Dingbats.
Un importante aspetto culturale brasiliano è trattato nella fonte MASCARA Orisha (2003), di Lais de Carvalho e Rafo Castro. L’elegante serie di facce ha un indelebile unità e la sensibilità – che è del tutto appropriata, poiché non vi è Brasile senza l’arte africana, dove è nata la tradizione della maschera, che è riconosciuta per la sua forma ed estetica.