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• A rivista Tipoitalia e o novo cenário tipográfico em Itália: o vídeo

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Este vídeo é um resumo da Palestra tipografica:

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No IED de São Paulo foi realizada, na noite de 5 de agosto de Agosto do ano passado antes de um grande público (aproximadamente 500 cadastrados), uma conferência de Claudio Rocha e Giangiorgio Fuga sobre “A revista Tipoitalia e a novo cenário tipográfico na Itália”, onde além de apresentar ao público Paulistano a revista italiana Tipoitalia sobre tipografia a partir da experiência de Claudio na revista brasileira Tupigrafia, foi apresentada por Giangiorgio uma vista completa do tipo de desenho tipografico contemporâneo em Itália: designer, as tendências, a educação, a problemática para uma comparação com a experiência brasileira que tem intrigado o público e, em seguida, realizar um diálogo com os oradores.

Texto em italiano

Tipografia nell’era digitale

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Animação tipográfica construída sobre trechos de palestra ministrada na FAUUSP em São Paulo por Cláudio Rocha e Tony de Marco, editores da revista Tupigrafia.

Trabalho acadêmico desenvolvido por por André Tanaka, Meire Assami e William Kimura, alunos do curso de Design da FAUUSP. Este vídeo foi o projeto final das disciplinas “Projeto Visual 5 – Mídias Digitais” e “Tecnologias Audiovisuais”.


Edição feita no Adobe After Effects CS3.

Kinetic typography animation based on pieces of a lecture that was presented in FAUUSP in Sao Paulo by Tony de Marco and Claudio Rocha, editors of the magazine Tupigrafia.

All the edition was made with Adobe After Effects CS3.

Academic work developed by André Tanaka (me), Meire Assami and William Kimura, Design students of the FAUUSP (Architechture and Urbanism College of the São Paulo University). This was the final project of the “Visual Project V” and “Audiovisual Technologies” classes.

Texto em italiano

Oficina Tipográfica São Paulo é de 5 anos

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Durante a minha ultima visita ao Brasil, tive a oportunidade de conhecer a Oficina Tipográfica São Paulo de meu querido amigo Claudio localizada em Sena Bresser no Bairro Móoca na gigantesca cidade de São Paulo.

O muito próximo 22 de agosto de sábado, a Oficina Tipográfica São Paulo irá comemorar o aniversário de 5 anos de intensa actividade.

A ocasião será lançado um álbum: “Alem da Letra” que explora a plasticidade e a materialidade dos tipos de madeira e de metal, propondo uma nova leitura, na qual o conteúdo (idéia) está subordinado à forma (letras e ornamentos) e não o contrário, como ocorre usualmente.
Inaugurada em 2004, a OTSP hoje é uma organização não governamental, dedicada ao ensino e à experimentação, combinando a tipografia clássica com a computação gráfica.

Além de oferecer cursos e desenvolver produtos gráficos e editoriais, a OTSP disponibiliza os seus equipamentos para a produção de peças gráficas em parceria com outras ONGs. Também existe a possibilidade da prestação de serviços contratados por escritórios e agências. L’OTSP, é associada a Escola Senai “Theobaldo De Nigris”, de São Paulo, conta atualmente com 4 impressoras tipográficas, que também fazem corte e vinco, 2 Linotipos e mais de uma centena de gavetas de tipos de metal e de madeira.

No segundo semestre de 2009 a Oficina Tipográfica São Paulo oferece

três módulos de cursos. Todos terão certificados emitidos pela OTSP:

– Composição Introdutória;

– Cartaz Tipográfico;

– Técnicas de Encadernação para Designers.

Nos encontros serão apresentadas ferramentas tradicionais como: tipo, gaveta de tipos, medidas tipográficas, componedor, bolandeira, conceitos e técnicas de impressão tipográfica, tintas, suportes (papéis e derivados), técnicas manuais de encadernação e acabamento, além de serem produzidos materiais com uma impressora Minerva e Linotipo.

Ao dirigir este valiosa oficina são Marcos Mello (Presidente) artista plástico e designer gráfico e Cláudio Rocha (Vice-Presidente) designer gráfico especializado em tipografia já conhecido para os leitores do meu blog para ser co-editor da revista brasileira Tupigrafia e editor da italiana Tipoitalia.

Para contactos directos e mais informações: OTSP

Texto em italiano

La rivista Tipoitalia e il nuovo scenario tipografico in Italia

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No IED de São Paulo será realizada, na noite de 5 agosto, uma conferência de Claudio Rocha e Giangiorgio Fuga sobre “A revista Tipoitalia e as novos cenário tipográfico na Itália”, onde além de apresentar ao público Paulistano a revista italiana sobre tipografia a partir da experiência de Claudio na revista brasileira Tupigrafia, será apresentada uma vista completa do tipo de desenho tipografico contemporâneo em Itália: designer, as tendências, a educação, a problemática para uma comparação com a experiência brasileira.

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Dingbats Brasil: uma exposição que percorreu o mundo

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Tra i dingbats più famosi cè lo storico Zapf Dingbats di Hermann Zapf
Tra i dingbats più famosi c’è lo storico Zapf Dingbats di Hermann Zapf

Un Dingbat è un ornamento.

Si ritiene che il termine sia nato nelle ex officine tipografiche Dingbats come un onomatopea tra il suono del battito Ding e quando (si batte) nel fogliame ornamentale insieme, prima della entintamento, al fine di colmare alcuni vuoti che creano disagio accanto aa un testo o ad una illustrazione.

Nel suo libro “Elementi di stile tipografico”, il canadese Robert Bringhurst (la traduzione per l’edizione italiana è Lucio Passerini) osserva che « …molti sono i Dingbats pittogrammi, come minuscole rappresentazioni delle chiese, degli aerei, degli sciatori, dei telefoni e in molti altri utilizzati dal settore turistico.

Altri sono somboli più astratti – marchi di riempimento, croci, simboli cartografici, simboli delle carte da gioco, e così via… ».  Come elemento tipografico, il Dingbat ha accompagnato gli alfabeti, è integrato sia con un insieme di caratteri di base, sia in modo indipendente. Con i progressi tecnologici verificatisi dal 1980, vi è stata la graduale proliferazione di alfabeti digitali esclusivamente composti di simboli, di forme e di illustrazioni.

La mostra DINGBATS BRASIL (1996-2006), attualmente esposta in Cina e che spero di riuscire a portare in Italia, è un taglio della produzione brasiliana di Dingbats dal 1996 al 2006, con opere che hanno in comune l’uso del disegno o modello di rappresentazione pittorica, come il principale strumento di comunicazione. Se da un lato vi è una vasta gamma di linguaggi e di stili – che riflette la diversità delle grafica contemporanea brasiliana, mentre si trovano parallelismi nella produzione di altri paesi – il tema di molti dei progetti presentati in ambito culturale esprimono la natura di portata regionale e nazionale. Essas iniciativas de resgate ou registro de aspectos da nossa cultura – música, religião, arte, esporte, culinária e até mesmo design – podem ser vistas como um meio, consciente ou não, de democratizar a nossa brasilidade através do design gráfico.

Tra i tanti lavori che potrete vedere sul sito ufficiale della mostra, vi mostro qui alcuni lavori interessanti o curiosi tra i quali quelli dei miei amici Claudio Rocha e Tony De Marco.

Nel 1997, Claudio Rocha tipografo e co-editore delle rivista Tupigrafia e TipoItalia ha fatto la sua PICTOFONTE 1, una raccolta di corporate Dingbats-ma-non-tanto. Nello stesso anno, il multitalentoso Guto Lacaz – stimolato da Claudio stesso – ha iniziato la trasformazione di un decennio di sue immagini (per la colonna del giornalista Joyce Pascovitch nel quotidiano “Folha de São Paulo”) nel PICTOFONT.
Le immagini di Lacaz sono state utilizzate per le magliette, per gli intagli di metallo e nel suo libro di illustrazioni Desculpe a letra.. Quattro anni più tardi, l’altra mente dietro Tupigrafia, l’illustratore e tipografo di Sao Paulo della fonthouse Just-in-Tipo Tony de Marco, ha fatto lo stesso realizzando le illustrazioni vettoriali per il quotidiano, trasformandoli in REX Dingbats.
Un importante aspetto culturale brasiliano è trattato nella fonte MASCARA Orisha (2003), di Lais de Carvalho e Rafo Castro. L’elegante serie di facce ha un indelebile unità e la sensibilità – che è del tutto appropriata, poiché non vi è Brasile senza l’arte africana, dove è nata la tradizione della maschera, che è riconosciuta per la sua forma ed estetica.

Tupigrafia 8: a revista brasileira da tipografia

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Tupigrafia 8: la copertina progettata da Tony de Marco
Tupigrafia 8: Capa projectada por Tony de Marco

A ediçao 8 da Tupigrafia tem tres capas diferentes, criadas por Claudio Rocha, Tony de Marco e Felipe Taborda.

Tupigrafia 8: copertina progettata da Claudio Rocha
Tupigrafia 8: Capa projectada por Claudio Rocha
Tupigrafia 8: copertina progettata da Filipe Tabouro
Tupigrafia 8: Capa projectada por Felipe Taborda

A materia de abertura é sobre poesia visual, com um caderno de 8 paginas impresso em tipografia, com tipos de metal e madeira. Em destaque, os artigos sobre a caligrafia artistica dos holandeses H.N.Werkman e Ewald Spieker e tambem os artigos sobre a obra de Herb Lubalin, com especial atençao à revista Eros, editada por Lubalin em 1962.

Tupigrafia 8: articolo su William Dwiggins
Tupigrafia 8: assunto sobre William Dwiggins designer grafico e tipografo norte-americano

Entre outros assuntos a revista mostra ainda a produção editorial do designer grafico e tipografo norte-americano William Dwiggins; um ensaio fotografico com relogios de torres na Italia; a escrita do Tibet e a nova onda de fontes digitais criadas tipografos brasileiros.

Tupigrafia 8: articolo, di Claudio Rocha, sugli orologi storici da torre e campanile italiani
Tupigrafia 8: um ensaio fotografico, de Claudio Rocha, com relogios de torres na Italia
Tupigrafia 8: una nuova font brasiliana
Tupigrafia 8: Bossa Nova uma nova fonte brasileira

Texto em italiano